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Esther Vivas é ativista política e social dos movimentos a favor da soberania alimentar e consumo crítico. Participou dos movimentos altermundialistas, em várias edições do Fórum Social Mundial e nas campanhas contra as mudanças climáticas. É integrante da Izquierda Anticapitalista.

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cooperativa_agroecoloxia

Muitas vezes, associamos comida agroecológica com comida cara. E, em tempos de recessão, pensamos que não podemos gastar tanto dinheiro em comida.

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protesta-rio-Brasil-indignados-protestas-en-brasil

Inesperada, intempestiva, não anunciada, assim se apresenta a indignação. Vimos isso em Túnis, no Egito, na Islândia, no Estado espanhol, mais recentemente na Turquia e, agora, no Brasil. A estrela indignada surpreendia a todos e hoje se repete na história com o pipocar social brasileiro. 

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insectos

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) publicou na semana passada um relatório que causou certo alvoroço: “Insectos comestibles.

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consumismo

A abertura de um grande centro comercial, um supermercado… sempre vem associada à promessa de criação de emprego, dinamização da economia local, preços acessíveis e, definitivamente, ao progresso. Mas será esta a realidade? A distribuição comercial massiva se sustenta em uma série de mitos que, geralmente, sua prática desmente. 

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soberania_alimentar

Vivemos em um mundo de abundância. Hoje se produz mais comida do que em nenhum outro período na história.

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fome_jogos

A crise alimentar açoita o mundo. Trata-se de uma crise silenciosa, sem grandes anúncios, que não interessa nem ao Banco Central Europeu, nem ao Fundo Monetário Internacional, nem à Comissão Europeia; mas que atinge a 870 milhões de pessoas, que passam fome, segundo indica o relatório "O estado da insegurança alimentar no mundo – 2012”, apresentado no dia 9 de outubro passado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

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londres_rebelion

"A dívida: paga-se ou paga-se”. Ela foi gravada em nós a ferro e fogo; é como uma dessas máximas que, ao ser repetida inúmeras vezes, se converte em verdade absoluta. Porém, isso é correto? E se a dívida hipoteca nosso futuro? E se a dívida não foi contraída por nós? Então, por que pagá-la?

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25s

“O chamam democracia e não é ” tem sido a frase dita reiteradamente em praças, manifestações… E na medida que o tempo passa esta consigna ganha cada vez mais sentido. A estigmatização e a repressão contra aqueles que lutam por seus direitos nas ruas não tem feito senão intensificar-se nos últimos tempos.Temos mais crise, mais apoio popular a quem protesta, mais criminalização e mais mão dura. As ânsias de liberdade parecem estar em conflito com a atual “democracia”.

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vivas_esther

Marcos P. Pena-. Esther Vivas, activista, investigadora e membro de Izquierda Anticapitalista, presenta este xoves na Asociación Cultural Bou Eva o seu libro Planeta indignado. Ocupando el futuro. A obra, escrita xunto con Josep Maria Antentas, analiza a construción dos movementos de indignación en todo o mundo, dende o 15M á resistencia en Grecia ou as revolucións árabes. O venres participa tamén en Vigo no Congreso Internacional de Agricultura Ecolóxica, onde presentará un relatorio sobre Crisis alimentaria: causas, consecuencias e perspectivas, como membro do Centro de Estudios sobre Movimientos Sociales da Universidad Pompeu Fabra.

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amazonia_rio

O verde vende. Dende a revolución verde, pasando pola tecnoloxía verde, o crecemento verde até chegar aos "abrollos verdes", que nos tiñan que sacar da crise. A última novidade: a economía verde. Unha economía que, contrariamente ao que o seu nome indica, non ten nada de "verde", máis aló dos dólares que esperan gañar coa mesma aqueles que a promoven.

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15M_man

Intempestivo e inesperado. Assim foi a emergência deste movimento de indignação coletiva no Estado espanhol. Se o 14M tivesse nos dito que no dia seguinte milhares de pessoas sairiam às ruas e que nas semanas sucessivas se ocupariam as praças, se organizariam as assembléias, se desafiariam o poder com atos de desobediência civil massivos permanecendo nas praças… não teríamos acreditado. Mas assim foi. As pessoas, dois anos e meio depois do estouro da “grande crise”, disseram “Já basta”. 

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smithfield

Nas últimas décadas, a produção e o consumo de carne aumentaram em escala mundial. Os padrões de consumo, bem como os métodos produtivos pecuários mudaram radicalmente. Porém, quais os impactos sociais, ao meio ambiente, trabalhistas… da indústria pecuarista? Quem ganha e quem perde nesse negócio? No presente artigo, abordamos ditas questões.

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vivas_esther02

A última edição do Fórum Social Mundial (FSM), celebrado em Dakar (Senegal) em janeiro de 2011, começava coincidindo com a marcha forçada de Ben Alí em Túnez e concluía quando no Egito Mubarak era obrigado a abandonar o poder com millhares de pessoas tomando as ruas. A Primavera árabe era tão só o início de uma inesperada maré indignada que sacudiu com força o planeta.

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durban

Un balance do Cume do clima en Durban.

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15m_sol

A jornada de 15 de outubro (15O) foi a primeira resposta global coordenada à crise e sinaliza a emergência de um novo movimento internacional. Com as revoluções do norte da África como marco inicial, mediante um efeito de emulação e imitação, o protesto chegou à periferia da Europa. O mundo Mediterrâneo se situava assim no epicentro desta nova onda de contestação social, em um momento onde entrávamos em uma segunda fase da crise que têm na zona do euro seu ponto focal.

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cooperativa_agroecoloxia

Frente a um modelo de consumo e produção agrícola capitalista, que nos conduz a uma crise alimentar, climática e do campo sem precedentes, surgem outras práticas desde baixo, e da esquerda, na produção agrícola, na distribuição e no consumo. Trata-se de experiências que buscam estabelecer uma relação direta entre o produtor e o consumidor, a partir de relações solidárias, de confiança, cooperativas, locais, aumentando as alternativas viáveis ao sistema atual.

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15m_sol

Estamos perto do terceiro aniversário da quebra do Lehman Brothers e do estouro formal da crise, "uma racionalização irracional de um sistema irracional" como nos lembra o geógrafo David Harvey.

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fame_africa

Vivemos em um mundo de abundância. Hoje se produz comida para 12 bilhões de pessoas, segundo dados de la Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), quando no planeta habitam 7 bilhões. Comida, existe. Então, porque uma em cada sete pessoas no mundo passa fome?

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15m_sol

A indignação superou mais uma vez todos os cálculos, tomando massivamente as ruas, e mostrando a brecha aberta entre mal estar social e político nas instituições.

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g802_0

A recente cimeira do G8 en Deauville, Francia, ofreceu poucas novidades. Os seus protagonistas cinguíronse fielmente ao guión repetitivo de todos os seus encontros previos: retórica democrática e humanitaria baleira de contido, por unha banda, e profundización das políticas neoliberais, pola outra.

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Xa non hai dúbidas. O vento que electrizou o mundo árabe nos últimos meses, o espírito das protestas reiteradas en Grecia, das loitas estudantís en Gran Bretaña e Italia, das mobilizacións anti-Sarkozy en Francia… chegou ao Estado español.

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rebelion

O punto de partida para un debate como o de hoxe é constatar que a humanidade atópase fronte a unha crise ecolóxica global que forma parte intrínseca da crise sistémica do capitalismo. E unha das diferenzas respecto das crises económicas anteriores, dos anos 70 ou o crack do 29, é, precisamente, a súa vertente ecolóxica.

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soberania_alimentar

A globalización neoliberal, na súa traxectoria por privatizar todos oseidos  da vida, fixo o mesmo coa agricultura e os bens naturais, sometendo á fame e á pobreza a unha inmensa parte da poboación mundial. Hoxe calcúlase que no mundo hai 925 millóns de persoas famentas, segundo datos da FAO, cando, paradoxalmente, prodúcense máis alimentos que nunca na historia.

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Josep Maria Antentas e Esther Vivas-. Por mor dos incidentes acontecidos en Barcelona o 29-S, a crítica aos "antisistema" alagou o debate nos medios de comunicación asociando, dexeito  reducionista e descontextualizado, o concepto antisistema e a violencia urbana.

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Esther Vivas-. Nos estados do Sul, as mulheres som as principais produtoras de comida, as encarregadas de trabalhar a terra, manter as sementes, recolectar os fruitos, conseguir auga, etc.

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